Sempre foi assim?

Blog do Renato Nalini

A busca de um modelo de educação jurídica adequado às premências de uma era heterodoxa e desafiadora não é recente. Desde a criação dos dois primeiros cursos jurídicos no Brasil, em 1827, já se detectava a insuficiência da importação pura e simples do modelo coimbrão.

A leitura do primoroso livro “Das Arcadas ao Bacharelismo“, do acadêmico Alberto Venancio Filho é um testemunho eloquente dessa preocupação e, simultaneamente, atraente exercício de reflexão. Os problemas da primeira metade do século XIX não eram tão diferentes daqueles hoje enfrentados pelo educador na área do Direito. O pouco interesse do alunado, a indisciplina, até o despreparo dos professores era tema recorrente.

O Diretor da São Francisco, José Arouche de Toledo Rendon, quatro anos depois de nomeado, mais exatamente em 21/8/1831, lamenta haver caído em desuso a palmatória. Queixa-se da incúria e desleixo na aprovação dos estudantes que não se aplicam: “De…

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